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Torre REI · Inteligência Comercial

Onde está o dinheiro
das plataformas CEPEA

Inventário real, o produto que gera receita no menor prazo, e o caminho concreto para fechar — verificado contra o disco, não contra a memória.
14 de julho de 2026 · fonte: STATUS.yaml de cada torre + estado real dos deals
Veredito (pós-verificação adversarial). Havia um erro no 1º plano: tratar “gerar caixa” e “comprar a saída do Renato do CAPS” como a mesma coisa. Não são. O NR-1 via EMC/Murilo gera caixa agora (já entregue, falta faturar) — mas por depender da assinatura médica do próprio Renato, escalá-lo escala o trabalho dele. Quem compra a saída do CAPS é o SaaS autosserviço (EPI à frente): custo marginal zero, escala sem horas médicas — e está 100% pronto, parado só por falta de canal de venda. Atacar os dois em paralelo, com papéis diferentes.
R$ 0
faturado do que já foi entregue
12 pareceres NR-1 no login, sem cobrança
4
bloqueios até o 1º boleto (não 1)
modelo · tabela · gate pagamento · confirmação
~5×
EPI abaixo do mercado
R$ 399/ano vs. R$ 1.990/ano — margem na mesa
6
SaaS prontos, 0 pagantes
falta aquisição, não tecnologia
25/05
NR-1 em vigência (2026)
fiscalização plena já ativa — janela quente

Os dois motores (a distinção que muda tudo)

Motor de CAIXA (agora)Motor de LIBERTAÇÃO (saída do CAPS)
ProdutoNR-1 via EMC/MuriloSaaS autosserviço — EPI, depois FDS/ISO
EstadoEntregue, falta faturarPronto, 0 pagantes
NaturezaCaixa de projeto (churn 3-6 meses)MRR de custo marginal ~zero
Depende do Renato?Sim — assinatura médicaNão — cliente paga sozinho
PapelPaga as contas, prova o canalÉ o que realmente liberta

Motor de caixa: NR-1 via EMC / Murilo — cobrar o que já foi entregue

Champion real e engajado (pediu o login, mandou 12 laudos, "confio plenamente"). Mas não está "fechado": R$ 0 faturado. Não falta 1 boleto — faltam 4 bloqueios.

#Bloqueio até o 1º R$
1Decidir mensal vs. ciclo (vencido desde 06/07) — os dois divergem sobre o mesmo produto
2Travar a tabela por escrito (1 folha)
3Fechar o gate de pagamento — hoje a plataforma não cobra; "toda venda vira uso gratuito"
4Confirmação escrita do Murilo
⚠️ Achado da verificação adversarial: cobrar o produto cheio (com intervenção) a R$ 18/vida perde dinheiro na entrega — 500 vidas × R$18 = R$ 9.000/mês vs. ~R$ 10-11k/mês de trabalho clínico. R$ 18-22 é o tier de compliance mínimo SEM intervenção; o cheio é R$ 35 (piso R$ 28-30 em 500+). Separar os tiers antes de faturar. E os números "21 empresas / 9.000 vidas" são projeção de CRM — base real: 9 empresas / ~600 vidas.

Ranking por impacto × prazo

Clique em cada produto para o detalhe (o que é · fase · funciona · falta · cliente · quem paga).

3 ações desta semana

Modelo que escala sem quebrar o Renato

O objetivo real: MRR previsível que substitua o salário do CAPS e permita a saída. Qualquer modelo que dependa do Renato entregar/vender pessoalmente não liberta.

ARevenda B2B o trilho que liberta ⭐estratégia de saída
Um parceiro fatura o cliente final e leva margem; a CEPEA entrega e recebe o wholesale. NR-1 via Murilo já é isto — replicar o modelo (cada assessoria de medicina do trabalho = um novo "Murilo"), não o esforço. IndusTrack via Intertek (revenue-share). EPI/FDS via Eduardo. Gargalo: a entrega (Kelly/Báh no limite) precisa ser automatizada/delegada antes de escalar volume — senão o sucesso comercial quebra a entrega.
BSaaS autosserviço escala, mas exige traçãomédio prazo
EPI, FDS, ISO, audit-SST: o cliente se cadastra, paga e usa sozinho. Escala infinitamente se houver aquisição (tráfego/canal). Hoje: 0 pagantes = a máquina de venda não existe. É o motor de médio prazo, depois que a revenda pagar as contas.
CVenda direta high-ticket paga grande, não escalafinancia, não liberta
EMTECTrack (R$ 9.900–49.900/mês), IndusTrack direto. Ticket alto, ciclo longo, depende do Renato/Diego pessoalmente. Bom para caixa, ruim para libertação. Usar para financiar, não como estratégia de saída.

Riscos (honestidade bruta)

Benchmark de mercado (Perplexity · fonte por número)

Perplexity (7 verticais, 14/07) + pesquisa interna da casa (100 queries). A CEPEA precifica abaixo do mercado em quase tudo — margem deixada na mesa, não vantagem.

ProdutoPreço CEPEAMercado (fonte)Veredito
EPIR$ 399/anoR$ 1.990/ano entrada (eSocial Brasil)~5× sub-mercado → subir
NR-1 cheioR$ 18-25/vida·mêsR$ 29,90-49,90/vida (Conexa/Zenklub)R$18 dá margem negativa
FDSR$ 970/ano~R$ 5.400/ano (eQgest)abaixo → espaço p/ subir
ISO ×3R$ 149-499checklist R$ 99-272/mês; gap R$ 5-60krange de ferramenta
LGPDa definirSaaS R$ 134-398/mês; DPOaaS R$ 2,5-15k/mêsmercado existe, produto não
IndusTrack~R$ 6-7k/mêspor projeto; gigantes não vendem SW à partenicho aberto
Regulação (fonte oficial): NR-1 com riscos psicossociais em vigência desde 25/05/2026 (Portaria MTE 765/2025); fiscalização plena já ativa. Universo ~23,2 milhões de empresas. A janela do NR-1 é agora.

Verificação adversarial

4 agentes em contexto fresco atacaram preço, cliente, entrega e tempo do Renato. O 1º plano quebrou. Esta versão incorpora o que sobreviveu.

✅ O que sobreviveu

Murilo é champion engajado real (raro). O 1º R$ não exige o Renato vender nem codar. Cobrar os 12 já entregues é quase de graça. EPI a R$ 399/ano sustenta a própria entrega (custo marginal zero).

⚠️ O que caiu (e foi corrigido)

“Vendido/fechado” → R$ 0 faturado, é canal quente com fechamento PENDENTE. Receita “R$ 30-180k/mês” → diagnóstico é pontual com churn 3-6 meses, não MRR. Preço R$ 18 no produto cheio → margem negativa. “Falta 1 boleto” → faltam 4 bloqueios (incl. gate de pagamento aberto). “21/9.000” → projeção de CRM; base real 9 empresas/~600 vidas. “Revenda liberta” → replica o faturador, não o assinante médico.

As 3 correções obrigatórias

1. Fechar mensal-vs-ciclo e reconstruir a receita antes de qualquer número ao Murilo.
2. Teto de entrega (não de receita) + economia unitária por faixa antes de faturar.
3. Redefinir “fechado” e “liberta” como eventos verificáveis — e reconhecer que NR-1 gera caixa mas não liberta por natureza; o motor de libertação é o SaaS autosserviço.